• Assessoria de Imprensa

Recursos próprios: PR investiu R$ 1,9 bilhão


Nos 11 primeiros meses de 2012, o Governo do Estado investiu R$ 1,3 bilhão em bens de capital, dos quais R$ 427 milhões nas rodovias, R$ 169 milhões no setor de Educação, R$ 162 milhões, na Saúde, R$ 127 milhões, na construção de casas, e mais de R$ 106 milhões em infraestrutura urbana, entre outros. Além disso, segundo dados da Secretaria de Estado da Fazenda, foram destinados R$ 600 milhões para a amortização da dívida pública, que caiu de R$ 19 bilhões para R$ 18,3 bilhões, que correspondem a 73,2% da arrecadação líquida de R$ 25 bilhões do período. Este montante é 10% maior que toda a receita líquida de 2010.


O secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, destacou que o desempenho da arrecadação líquida ainda permitiu ao Governo Beto Richa realizar os investimentos constitucionais - 2% na Ciência e Tecnologia, 12% na Saúde e 30% na Educação (25% no fundamental e 5% no ensino superior) -, além de garantir o pagamento de R$ 3,8 bilhões aos aposentados e pensionistas, que representam 15,43% da receita líquida. Também nos 11 primeiros meses do ano, o investimento em Segurança Pública foi de R$ 1,8 bilhão, o que perfaz 7,19% da arrecadação.


TRANSPARÊNCIA – Ainda de acordo com a Secretaria da Fazenda, os repasses aos 399 municípios paranaenses, entre janeiro e novembro, totalizaram R$ 5,4 bilhões, que correspondem a 21,54% da receita liquida. Em 2010, as prefeituras receberam R$ 4,4 bilhões, o equivalente a 19,91% da arrecadação líquida do período.

DESTAQUES – O Paraná, devido à política de incentivos do Governo do Estado, como o Paraná Competitivo, ostenta crescimento maior que a média nacional: o Produto Interno Bruto (PIB) deve ficar em 1,9% entre janeiro e outubro, enquanto o do País foi previsto em 1% pelo Banco Central; o Estado criou mais 132,6 mil empregos até novembro último, o melhor resultado do Sul do País, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Os investimentos impulsionados pelo Paraná Competitivo até agora somam R$ 21 bilhões, com geração prevista de mais de 100 mil empregos formais.


Para Hauly, mesmo sentindo os efeitos da crise mundial, com reflexo na economia do País e, por isso, nos repasses federais aos estados e municípios, o Paraná ostenta bons números devido “à postura do Governo Beto Richa que, ao mesmo tempo em que atrai novos investimentos e estimula a expansão dos atuais empreendimentos, tem contribuído para aliviar a carga que recai sobre o setor produtivo, com uma política fiscal justa e equilibrada, que não compromete as contas do Estado”.


O secretário destacou que, graças a isso, em menos de dois anos de gestão, o atual governo ostenta no portfólio do Paraná Competitivo 106 projetos, entre novos e ampliação e modernização de empreendimentos, com alguns investimentos de vulto, como o da Klabin, em Ortigueira, de R$ 6,8 bilhões, e da Renault, de R$ 1,5 bilhão, em São José dos Pinhais.


No entanto, há outros investimentos de setores importantes para a economia do Estado. Hauly citou, como exemplo, as cooperativas paranaenses que devem concluir a aplicação neste ano de R$ 1,3 bilhão em vários setores, desde infraestrutura, agroindústrias e projetos de inovação tecnológica. A maior parte desse valor, com incentivos do Governo do Estado.


O sistema no Paraná, composto por 240 cooperativas dos mais variados segmentos, com 900 mil cooperados e 1,6 milhão de empregados, deve movimentar R$ 37 bilhões neste ano, segundo dados do Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). Somando 2011 com o atual exercício, foram investidos R$ 2,4 bilhões e criados mais 200 mil empregos.


“É um setor que merece a atenção do Governo devido à importância que tem na geração de riquezas para o Estado, por ser expoente na agroindústria e contribuir para a produção de alimentos e equilíbrio da balança comercial. Além do que gera, em média, 100 mil empregos diretos e indiretos por ano. Só neste ano, o sistema irá incorporar mais 67 mil funcionários em seus quadros”, afirmou Hauly.

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